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Edital Nº 14/2019 – Setorial de Arquivos

Setorial de Arquivos 2019.

Memórias do Ilê - Reestruturação e digitalização do Acervo Audiovisual do Ilê Axé Inginoquê Omorossí

Fundação Pedro Calmon - FPC

 

O candomblé é uma instituição religiosa, social e cultural, que mantém viva a memória coletiva africana, o Projeto Memórias do Ilê organizou e digitalizou o Acervo Audiovisual do Ilê Axé Inginoquê Omorossí, possibilitando a sua preservação e a disseminação da sua história. Ao longo dos seus 30 anos o Ilê Axé Inginoquê Omorossí vem acumulando registros audiovisuais (iconográficos e audiovisuais) que contam a história não só do terreiro mais também das conquistas alcançadas pelas religiões de Matrizes Africanas.


O Projeto Memórias do Ilê, através de ações arquivísticas garantiu a preservação e ao mesmo tempo disponibilizou o Acervo do Ilê Axé Inginoquê Omorossí. A culminância do projeto acontece hoje dia 09/07/2022 com o lançamento do portal as 15:00h, no Ilê Axé Inginoquê Omorossí, na Rua 35, Casa 07, 3ª etapa de Castelo Branco, Salvador/ Bahia.

O endereço do portal é  www.iaio.com.br



O projeto Memórias do Ilê foi contemplado no Edital Setorial de Arquivos 2019 e tem apoio financeiro do Governo do Estado, através do Fundo de Cultura da Bahia, Fundação Pedro Calmon, Secretaria da Fazenda e Secretaria de Cultura da Bahia.


Acesse: @omorossií
web.facebook.com/omorossi

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2020 - Premiação Aldir Blanc Bahia

O Projeto Memórias dos Povos Ancestrais – Preservação do Acervo Documental do Ilê Axé Inginoquê Omorossí, nasceu com o objetivo de organizar e disponibilizar para acesso público o acervo do Ilê Axé Inginoquê Omorossí. A casa hoje, reúne em seu arquivo, além de documentos administrativos, documentos que nasceram do desenvolvimento das atividades religiosas, documentos que foram acumulados dos estudos, dos cursos e das diversas atividades sociais já realizados no Ilê. São textos, áudios e vídeos sobre o Candomblé, os Orixás, as vestimentas, as comidas, e temas gerais que constituem uma importante fonte de pesquisa para o adepto, pesquisadores, simpatizantes e afins.

Os documentos em suporte papel receberam o tratamento arquivístico passando pelas etapas de triagem, identificação, higienização, organização, acondicionamento e armazenamento seguindo todas as recomendações do CONARQ. Tratados, o Acervo foi totalmente digitalizado, o que vai garantir a preservação do documento original, que não precisará ser manipulado no momento da consulta. A digitalização além de preservar o original é o carro chefe do projeto, pois possibilita o amplo acesso ao acervo através das plataformas digitais. Além da organização do Acervo físico foram organizados também documentos nato-digitais.

O tratamento da documentação do IAIO disponibilizando o seu Arquivo para pesquisadores é uma ação que fortalece as Religiões de Matrizes Africanas. O Candomblé precisa ser valorizado e reconhecido como parte da história da Bahia e tal fortalecimento se faz com ações que impulsionem as suas manifestações, a sua atuação na área social, na área da pesquisa científica e principalmente que dê visibilidade ao seu povo e as suas tradições. É importante destacar também que os Arquivos dos Terreiros constituem a memória da casa e do candomblé e todo esse legado deve ser preservado para que as gerações futuras conheçam a sua história.

Em breve disponível!

 

 

Em breve disponível!

O Babalorixá

Edvaldo Jones, carinhosamente chamado de Babau, nasceu em agosto de 1961. Filho carnal de Dirce Andrade e Milton Jones, Pai Edvaldo começou sua busca pela compreensão da dimensão espiritual em sua existência desde a infância, período em que foi acometido por graves doenças. Embora não tenha nascido em um lar cuja religiosidade

Sobre o Ilê

Fundado em 1992, a casa Sete, situada na Rua 35, do bairro de Castelo Branco, tornou-se o endereço do Ilê Axé Inginoquê Omorossí, doravante IAIO. A casa, com herança ancestral nagô-vodum, é dedicada ao culto do Pai Obaluaiê, orixá regente da casa, bem como ao culto de todos orixás da nação Ketu. Dirigido pelo Babalorixá Edvaldo Jones, o terreiro IAIO, descendente do Ilê Axé Ijino Ilu Orossi, possui raiz ancestral em Pai Miguel Deuandá (bisavô do Baba), Ya Ylukeran - Alaíde Pereira Santos (avó) e Baba Lokanfu Toluayê - José Antônio de Obaluaiê (pai de Edvaldo).

O ilê tem como missão manter a continuidade e sobrevivência da herança das religiões de matriz africana e, por compreender que religiosidade incide diretamente no campo das transformações sociais, tem como objetivo trabalhar o espiritual em harmonia com o social. Nesse sentido, ao longo dos 28 anos de fundação, o terreiro tem investido em diversas iniciativas de cunho social na região local.

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